O setor brasileiro de máquinas e equipamentos continua em forte expansão, exigindo soluções logísticas cada vez mais versáteis. De acordo com relatório recente da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), o segmento movimentou R$ 37,6 bilhões em maio de 2025, uma alta de 24% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No mercado interno, o desempenho foi ainda mais expressivo, com crescimento de 35,5% e faturamento de R$ 21,8 bilhões.
Esse cenário tem impacto direto na cadeia de armazenagem, especialmente no transporte e estocagem de grandes equipamentos. Nesse contexto, empresas como a Tópico, líder nacional em galpões modulares, têm ampliado sua atuação para acompanhar o ritmo da indústria. Segundo Sergio Gallucci, diretor Comercial da empresa, a demanda tem crescido fortemente nos setores de indústria e agronegócio, impulsionada pelo aumento da capacidade produtiva e pelo investimento em novos maquinários.
“A procura por galpões modulares cresceu consideravelmente. Eles são ideais por sua adaptabilidade, resistência e alta proteção — características essenciais para abrigar desde implementos leves até equipamentos agrícolas e rodoviários pesados”, explica Gallucci. Hoje, os principais mercados atendidos pela empresa estão em São Paulo (40%) e na região Sul (23%) do país.
Além do crescimento doméstico, as importações também bateram recordes. Entre janeiro e maio deste ano, o Brasil importou US$ 13,1 bilhões em máquinas e equipamentos, o maior volume histórico para o período. A China lidera como principal país de origem, respondendo por 32,4% das importações. Uma parte significativa desses equipamentos é destinada a áreas como infraestrutura, logística, construção civil e agronegócio, segmentos diretamente atendidos pela Tópico.
Com mais de 2,5 milhões de m² instalados e presença nacional, a Tópico é especializada na fabricação, venda e aluguel de galpões de lona e aço. A empresa, com mais de 500 clientes ativos e 460 colaboradores, conta com sede em Embu das Artes (SP) e filiais em Contagem (MG) e Parauapebas (PA). Ela também é signatária do Pacto Global da ONU, reforçando seu compromisso com a sustentabilidade e as práticas ESG (ambientais, sociais e de governança).